É só o que posso dizer sobre as famílias brasileiras: que estão equivocadas na escolha dos seus valores.
Como se entender que pessoas que cursaram uma faculdade de medicina, direito, psicologia, odontologia e diversas outras, de acharem mais interessante largar suas carreiras para serem dançarinas, bylarinas, ou mostrar o corpo em minúsculos biquínis na tv, ou mesmo se predisporem a disputar dinheiro em um reality show??!!
Basta ter um concurso para escolher uma nova dançarina de banda ou de programa na TV e vemos diversas candidatas com o perfil a que estou me referindo no parágrafo anterior.
E o que talvez seja pior: como se entender pais e mães aplaudindo tais escolhas?!
A cabeça das pessoas está virada para baixo?!
Quando a idade passar e esses corpinhos caírem o que será delas?
Até um tempo atrás o que se ouvia dos pais era de que deveríamos estudar para ter uma carreira e um futuro garantidos. Atualmente o pessoal que estuda deixa a carreira para viver da exibição do corpo, isso eu estou me referindo aos que estudam o que se dirá aos que nem se dispõem a isso!
A juventude é efêmera! A tv só quer mostrar o que é belo e jovem.
Há uma cada vez maior epidemia de gente querendo ser famoso, fazendo qualquer coisa para isso, querendo aparecer na tv, querendo ter nem que sejam "15 minutos de fama", mas isso realmente dá certo para todo mundo?
Vamos pensar minha gente!
terça-feira, 22 de março de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Caio Fernando Abreu
É de Caio Fernando Abreu, mas parece tanto comigo!
"Não sou pra todos. Gosto muito do meu mundinho.
Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas.
Às vezes tem um céu azul, outras tempestade.
Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos,
mas não cabe muita gente.
Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso.
São necessárias."
"Não sou pra todos. Gosto muito do meu mundinho.
Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas.
Às vezes tem um céu azul, outras tempestade.
Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos,
mas não cabe muita gente.
Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso.
São necessárias."
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Nunca diga nunca!
Decididamente não gosto de generalizações! Acho que tudo nesta vida é mutável ou variável ou ainda como alguns diriam: relativo.
As palavras nunca, sempre, jamais, tudo, todos, sempre me soaram como desafiadoras. Explico: elas sempre nos mostrarão de um jeito ou de outro que "aquilo ali em questão" pode ser diferente, pode ser completamente diferente do que achamos que é.
Na verdade, o que tento dizer é que sou contra verdades absolutas, radicalismos, por ter a vida me mostrado que há sempre uma outra possibilidade, uma outra versão ou uma outra maneira de enxergar as coisas.
Colocar definitivos em nossas vidas pode ser algo perigoso, porque nos limita, nos intimida de ter outra maneira de pensar e de ver as situações. Na pior das hipóteses nos tira a chance de perdoar alguém por algo que nos tenha feito de ruim.E em muitos casos nos tira a chance de trilhar um caminho melhor, mais feliz, ou pelo menos, menos tortuoso.
Acredito que o mudar de opinião por vezes pode nos trazer um saldo mais positivo nas nossas conquistas, e quando nos trancamos em uma única maneira de pensar e agir estamos deixando de vivenciar uma série de outras possibilidades e experiências.
Não estou ainda dizendo que todos têm que pensar como eu, (que aliás, dada esta inconstância não sou mesmo um bom exemplo a ser seguido!)mas apenas que vale uma reflexão para aquelas circunstâncias onde temos alguém discordando de algum ponto de vista que "batemos pé firme" em defender.
As palavras nunca, sempre, jamais, tudo, todos, sempre me soaram como desafiadoras. Explico: elas sempre nos mostrarão de um jeito ou de outro que "aquilo ali em questão" pode ser diferente, pode ser completamente diferente do que achamos que é.
Na verdade, o que tento dizer é que sou contra verdades absolutas, radicalismos, por ter a vida me mostrado que há sempre uma outra possibilidade, uma outra versão ou uma outra maneira de enxergar as coisas.
Colocar definitivos em nossas vidas pode ser algo perigoso, porque nos limita, nos intimida de ter outra maneira de pensar e de ver as situações. Na pior das hipóteses nos tira a chance de perdoar alguém por algo que nos tenha feito de ruim.E em muitos casos nos tira a chance de trilhar um caminho melhor, mais feliz, ou pelo menos, menos tortuoso.
Acredito que o mudar de opinião por vezes pode nos trazer um saldo mais positivo nas nossas conquistas, e quando nos trancamos em uma única maneira de pensar e agir estamos deixando de vivenciar uma série de outras possibilidades e experiências.
Não estou ainda dizendo que todos têm que pensar como eu, (que aliás, dada esta inconstância não sou mesmo um bom exemplo a ser seguido!)mas apenas que vale uma reflexão para aquelas circunstâncias onde temos alguém discordando de algum ponto de vista que "batemos pé firme" em defender.
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